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Por que foi decidido que o círculo tem 360 graus?

Venancio Mesquita

Publicado

em

Tempo de Leitura: 2 minutos

A culpa é dos babilônios.

Diferente dos fracotes modernos, que usam o sistema métrico, os babilônios conseguiam fazer cálculos usando a base sessenta. O nome é base sexagesimal, que só o nome já é incrível. Você já pode até imaginar, não pode?

Os babilônios não se preocuparam em contar de dez em dez e dividiram o círculo em 360 unidades primárias, porque 360 é um número bastante fatorável e também é múltiplo de 60.

Os fatores de 360 são muitos. Ignorando o número 1 e seguindo em pares, você tem:

2 e 180, 3 e 120, 4 e 90, 5 e 72, 6 e 60, 8 e 45, 9 e 40, 10 e 36, 12 e 30, 15 e 24, 18 e 20.

Uma boa parte destes fatores são também fatores ou múltiplos de 60. Cinco deles também tem vários fatores.

E mesmo se você usou o fator 16 e obteve 22,5, você vai notar que os desgraçadinhos 7, 11, 13 e 19 não estão presente. Malditos primos. Eles se acham grande coisa, não? 2, 3 e 5 também são primos, mas pelo menos eles sabem se comportar. O 7 é um idiota. O onze não é melhor e nem venha me falar sobre aquela desgraceira que é o 23.

Onde estávamos? Ah, sim, círculos. Dado o acima, você pode ver que tem muitas formas de dividir um círculo em partes iguais se você pensar no todo como trezentas e sessenta fatias. Você consegue fazer uma divisão e contagem de tempo bem precisa, e fazer previsões importantes ao acompanhar o Sol e as estrelas. Quando é para fazer coisas como rodas, você sabe bem certinho onde colocar os raios nos ângulos apropriados.

 

ℹ️ Nota editorial

Este artigo faz parte do portal Cognos Space, um espaço de ideias, educação e reflexão, mantido pelo Colégio Cognos.

As opiniões aqui expressas não refletem necessariamente o posicionamento institucional do colégio, mas contribuem para o debate e formação crítica dos leitores.

 

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